quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Natal do Stanford
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
O Domingo_06/09/09
Incrível os malabarismos que fazem os adeptos da teologia da libertação para impor sua visão marxista e materialista do Evangelho. No tal comentário, o sujeito diz:
"...Jesus fez uma coisa muito bonita no Evangelho de hoje? Curou um homem que não escutava e, por não escutar, também não falava bem. Era um homem excluído da sociedade. Estava completamente dependente da boa ação das pessoas. Jesus deu-lhe nova possibilidade de viver, denunciando as injustiças e anunciando a salvação."
Li e reli o Evangelho do dia e até agora não achei de onde o comentarista tirou que o surdo era excluído. Também não encontrei nenhuma denuncia de injustiça proclamada por Jesus.
O que encontrei foi exatamente o contrário:
1.O deficiente auditivo foi levado até Jesus por outros homens. Estes intercederam ao Salvador para que curasse o surdo. Se fosse excluído, não teria ninguém por ele. O que não é o caso.2.Jesus recomendou com insistência para que não contassem a ninguém. Se Jesus estivesse "denunciando" alguma coisa, não faria o oposto? Se quisesse denunciar alguma coisa, teria Jesus incentivado as pessoas a irem e contar a todos o que havia acontecido. Que injustiças estavam sendo cometidas, blá-blá-blá, etc.
O que mais me preocupa é que este tipo de discurso, vem sendo aberta e descaradamente vomitado sobre nossas crianças. Distorção do Evangelho em nome de uma "teologia" política, igualitária, marxista e herege. Mansamente nossos filhos estão sendo educados socialistamente. Esta ação praticada pelas escolas, ainda dá para entender, mas no folheto da Santa Missa, é no mínimo aberração. Total afronta ao Santo Papa, ao Magistério e à Tradição.
domingo, 3 de junho de 2007
Missa da Santíssima Trindade

mais fácil seria meter o mar num dedal
do que entender racionalmente o mistério da Santíssima Trindade
E "maravilhosamente", inspiradamente, as nossas catequistas na missa com crianças, conseguiram explicar-nos como funciona a Trindade! É muito fácil: Deus é a água ( dentro de uma jarra de suco), Jesus é açúcar (cristal!) e o Espírito Santo é o suco de uva. Misturamos os três e pronto: Eis aí a Santíssima Tindade! Simples assim.
Meus Deus! Como Agostinho era burro! Não conseguiu perceber algo tão óbvio.
E mais: para que seguir o Missal? Isso é retrógrado. É voltar para antes do Vaticano II. Onde as teias de aranha imperavam em nossa Igreja. Para que ouvir a homilia? Nosso grupo de leigos o fazem tão bem. Viu como é fácil entender a Santíssima Trindade? Sem essa de que leigo não deve fazer a homilia. Seguir o Missal para que? Isso é passado.
Cantemos a musiqueta trideísta - "Em nome do Pai, em nome do Filho, em nome do Espírito Santo (viram? 3 deuses) e hereticamente louvemos a Santíssima Trindade.
Catequisemos erroneamente nossas crianças em nome de missas (Sacrifício de Jesus) com igreja cheia e alegre. Depois não sabemos por que tantos católicos abandonam a Igreja e vão para as seitas. Católico ignorante torna-se protestante.
Aliás, a Missa não é catequese. Missa é a celebração da Paixão de Jesus. Por que desvirtuá-la? Por que não seguir o Missal? Por que não ouvem os apelos de Bento XVI?
segunda-feira, 30 de abril de 2007
SOFISMA OU IGNORÂNCIA?
Conversando com alguns acadêmicos, senti na pele o que já tinha lido no orkut e em sítios na internet.
Uma professora universitária (que possui mestrado), admiradora da alta tecnologia de nossos tempos (internet, gps, aulas em “power point”, celulares avançados, etc.) disse que a Idade Média foi um atraso no desenvolvimento humano. Sendo o clero seu principal culpado. Sem contestar, outros graduados concordaram. Havia no grupo 3 professores de História.
A conversa continuou tomando novos rumos. Minha cabeça continuava na “idade das trevas”. Não me contive e pedi para voltarmos no assunto anterior. Coloquei o fato das Universidades terem surgido exatamente na Idade Média. As grandes obras arquitetônicas – Catedrais e castelos – surgiram em que época de nossa história? O maior cérebro que a humanidade já conheceu, Tomás de Aquino, viveu em que época? Dante escreveu quando sua Divina Comédia? Gondoleiros (gente humilde) declamavam versos desta obra. E hoje, estudantes universitários conseguem entender Dante? Ninguém sabia que por decreto conciliar, todas as paróquias medievais eram obrigadas a manterem uma escola. Para crianças nobres e crianças campesinas. Todos tinham direito à universidade. Os ricos pagavam, os pobres não. Hoje, em nossa idade da “luz”, é assim? E os monges copistas que nos legaram os clássicos greco-romanos?
Ao citar São João da Cruz, como exemplo de pobre e órfão de pai que foi reconhecido como Doutor da Igreja, por suas admiráveis obras literárias, uma professora (catequista há anos), com três pós-graduação, retrucou dizendo que o santo tinha “padrinho”. Grande equívoco. Ao contrário, o coitado chegou a ficar preso no calabouço por perseguição de um abade que o invejava.
Incrível como professores (intelectuais) são facilmente influenciados por livros marxistas e anticlericais (digo porque a Idade Média foi predominantemente religiosa – católica). Basta uma busca na internet para encontrarmos farta documentação que prova o contrário. E olha que a professora com mestrado, amante da tecnologia, disse uma grande mentira e os demais professores consentiram. Será que pelo fato de uma pessoa possuir um título inibe os que ainda não têem? Fica a questão: sofisma ou ignorância? Prefiro acreditar na segunda. Mas como emitir opinião como se fosse verdade, se desconheço os fatos? E os grandes debates filosóficos entre professores universitários que moviam centenas de estudantes?
Como disse a grande medievalista e historiadora francesa Régine Pernoud: para estudar a Idade Média, devemos esquecer os livros (principalmente os didáticos) e abrir os documentos da época (juridicos, eclesiásticos, públicos, particulares, comerciais, etc.).
Enfim, tenho um bom tema para minha monografia.
sábado, 28 de abril de 2007
Dialeto e Regionalismo
Tenho observado nos últimos anos, o triste abandono de nosso sotaque mineiro, arrastado e caipira, por parte dos intelectuais ou não, de nossa região. Aqueles que deveriam preservar nossa cultura, tentam – e estão conseguindo - matar nosso dialeto regional. É absurdo o número de oradores (professores, agentes de pastorais, locutores de rádios, apresentadores de eventos, etc.) que usam o sotaque carioca e belo-horizontino em suas falas. Não deveriam envergonhar-se da pronúncia de sua região. Ao contrário, deveriam orgulhar-se de terem um diferencial marcante. Assim como nossos compatriotas de outras regiões fazem questão de mostrar sua origem: paulistas, pernambucanos, cearenses, gaúchos, fluminenses, etc. Só o sul-mineiro tem vergonha de expor sua progênie.
Conversando com uma sobrinha, indignei-me ao saber que uma professora a repreendeu por falar “porta” caipiramente, ou seja, arrastando o R como usamos naturalmente em nossa região, desde o nascimento. Talvez esta professora tenha nascido em outro estado e está querendo puxar a sardinha para o seu lado. Só que ela não pode humilhar seus alunos por terem uma pronúncia diferente da sua. Afinal seus alunos nasceram no sul de Minas e é assim sua expressão desde que aprenderam a falar.