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domingo, 30 de outubro de 2011

Lula e a Saúde.

Foto: Paulo H Cremoneze
Comentário do amigo Paulo Henrique Cremoneze* no Facebook:
Com muita delicadeza e cuidado escreverei este comentário.

Ninguém deve ficar realmente feliz com a enfermidade grave de um inimigo. Não suporto o Lula e acho bom para o Brasil e para o mundo que ela suma do mapa, mas não posso tripudiar sobre o câncer dele por dois motivos: 1) respeito e 2) prudência

1) RESPEITO aos amigos que passaram ou passam pela doença ou têm familiares vitimados ou sofrendo seus efeitos nocivos;

2) PRUDÊNCIA: pois amanhã, eu mesmo dela poderei ser vítima ou ter alguém próximo e amado.

Vejam os amigos que nem cheguei a invocar a fé em Deus, no meu caso o catolicismo, porque reconheço que talvez em se tratando de Hugo Chavez, Fidel Castro, Lula, Dilma, eu me deixasse seduzir pelo sentimento farisaíco e teologicamente incorreto de "castigo de Deus ou justiça Divina aos ímpios".

Bem, todos sabemos que por meios lícitos ou ilícitos o Lula tem condições financeiras, desde que fundou o PT, para arcar com o tratamento médico num hospital de ponta como o Sírio-Libanês.

Mas, como ex-Presidente e figura pública, alguém que entre outras imbecilidades disse que o Brasil, hoje, é melhor que a Europa e os EUA, alguém que arrota ter mudado o país para melhor em tudo, ele não deveria dar o exemplo e, confiando no gestor público, a tara de todo socialista, inimigo da iniciativa privada e das privatizações, e tratar-se na rede pública de saúde, no SUS?

Os socialistas e marxistas não são coerentes: berram contra o sistema capitalista mas adoram iphones, ipads, hospitais particulares, vinhos caros, bons restaurantes, enfim, são mal-nascidos ou despidos da meritocracia e, portanto, auto-condenados ao fracasso. Amargos e recalcados, invejam as "elites" e se encastelam nos meios públicos para conseguirem o que são incapazes de conseguir pelo berço, pelo nome ou pelo mérito, em síntese, trabalho honesto, mas no fundo, no fundo, tudo o que querem é estar no mesmo clube dos que invejam e satanizam, mesmo que seja pelas portas dos fundos, já que sempre lhes faltará algo: honra!

Lula, vá para o SUS e aí sim até rezarei por você!
 *Paulo Henrique Cremoneze é Mestre em Direito Internacional e Teólogo. Mora em Santos, SP.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

PNDH: a definitiva implantação do totalitarismo petista

Artigo que não deixa dúvidas sobre a incompatibilidade de um católico com o marxismo petista. Dr. Rafael, delegado de polícia, membro do apostolado Veritatis Splendor e do Regnum Christi, faz uma análise do PNDH e seu totalitarismo.
Artigo originalmente publicado no VS Blog.
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by Rafael Vitola Brodbeck

O título deste artigo traduz bem as intenções do Plano Nacional de Direitos Humanos, assinado por decreto do Presidente Lula. De fato, a simples análise de suas principais linhas nos mostra a que estado de coisas o Brasil chegou na implementação da estratégia socialista. Gramsci pode comemorar feliz no inferno: a paciência do PT, fingindo-se de manso, logrou o êxito de agora estarmos a poucos passos do sonho vermelho na Terra de Santa Cruz.

Não que não tivéssemos alertado antes. Percival Puggina, Olavo de Carvalho, Pe. Paulo Ricardo, Reinaldo Azevedo, e outros tantos, não se cansam de mostrar a verdadeira face do PT: seu compromisso com o Foro de São Paulo, organização que tenta recuperar na América Latina o que perdeu o socialismo no Leste Europeu; o apoio a terroristas e guerrilheiros comunistas de todos os matizes; o namoro promíscuo com Morales, Chávez, Corrêa, Khadafi e Fidel; o discurso estatizante; o populismo dos programas sociais; o amordaçamento da imprensa; o financiamento do MST.

Agora, com o PNDH a coisa tomou rumos verdadeiramente assustadores. Resta inequívoca a intenção de uma guinada à extrema esquerda, como veremos pelo breve comentário de alguns pontos.

1. O laicismo – distinto do princípio da laicidade albergado pela Constituição – é declarado “religião de Estado”, na prática. Com efeito, o PNDH manda que se tenha um programa com vistas a eliminar os símbolos religiosos dos prédios e repartições públicas da União, em claro desrespeito à religião da maioria esmagadora do povo, e em flagrante ignorância de nossa cultura e história.

2. Revisão da anistia, e, pior, só para um lado. Os fautores do PNDH, em cristalina atitude revanchista, querem prisão para os supostos torturadores do regime militar, jogando no lixo o conceito de segurança jurídica e os mais comezinhos princípios do Estado de Direito, como prescrição, ato jurídico perfeito etc. Se a tortura é imprescritível, o terrorismo, tal qual praticado pelos que hoje estão em postos de liderança no governo Lula, inclusive a pré-candidata Dilma Roussef, também o é. Remexer em feridas já curadas é andar na contramão da anistia, que pretendeu a pacificação social. Ao se revogar a anistia, também devemos voltar ao status quo ante, com o envio imediato dos militantes de esquerda para o exílio? A própria denominação da comissão destinada a tais investigações é de caráter absolutamente totalitário: “Comissão da Verdade”. Linguagem bem ao gosto do regime do Grande Irmão, do clássico 1984 de George Orwell.

3. Promoção do aborto como se direito reprodutivo fosse. E agora, “católicos” apoiadores do PT?

4. Audiências públicas antes de o juiz conceder liminar de reintegração de posse, quando as fazendas são invadidas por bandidos do MST. Isso é um claro desrespeito à ordem jurídica, à paz social, ao direito de propriedade, e uma ideologização do processo judicial, que deveria revestir-se de caráter técnico.
Some-se a isso toda a trajetória do PT, a tentativa de calar a imprensa livre, a ânsia por instrumentalizar a polícia e os órgãos de Estado, os “amigos” de Lula no exterior, o estatuto do partido, e os responsáveis pela redação do PNDH (entre os quais Tarso Genro e o ex-guerrilheiro Franklin Martins), temos a visão de conjunto desse cenário assustador.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Gentios no Planalto



D. Aloísio Roque Opperman, arcebispo de Uberaba e ex-bispo da Campanha, por quem tenho um carinho especial (ainda vou escrever sobre o motivo), também manifestou seu repúdio ao ditatorial PNDH-3 do Governo petista:
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Seria sumamente estranho encontrar o amador ocupando o lugar do profissional. Causaria espécie ver o enfermeiro realizar operações, deixando o médico de lado, medindo a pressão do paciente. Da mesma forma, seria meter as mãos pelos pés achar normal o sacristão celebrar Missa e o padre bater campainha. Assim como entraria na anormalidade permitir que um curioso tenha preferência ao farmacêutico para manipular remédios de alta especialização e risco. Pois é essa a impressão que me dá a redação do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). A ousadia dos idealizadores é de quem está seguro da vitória para transformar o Decreto em Lei.

Embora haja anêmicos protestos dos atingidos pelos equívocos... Fizeram uso do chefe, que está surfando triunfal, em cima da popularidade, e gozando de uma sorte inaudita, quase mágica. Por intuição ele sabe de que trata essa polêmica. Manipulam suas forças para fazer cair, inermes, as atabalhoadas resistências. Recuos – se houver – só na aparência. No grupo se encontram vários próceres inconvenientes, que a Revolução, com aplausos gerais, tirou de cena. Agora são os teóricos da nação.

Certamente não foi acaso o fato de o decreto ter sido assinado em vésperas de Natal, quando todos estão pensando em festas, presentes, alegria das crianças, em férias. Também não foi estupidez das raposas políticas começar tudo por um Decreto, em vez de chamar à discussão o Congresso Nacional. Ficou evidente que essa nação, nele descrita, não quer ficar atrás da Venezuela, de Cuba, da Espanha, em “modernização” de suas estruturas. A confusão foi perfeita ao apresentar como “direitos humanos” (a favor dos quais todos somos), ideias aceitáveis, misturadas com outras muito estranhas.

A apresentação eleitoral, com imenso poder de marketing, de que a forma de governar do grupo seria mansa e tradicional, até conservadora, manifesta-se ilusória. Se queremos, eventualmente, um socialismo moderno, não o queremos revanchista, ateu, totalitário como esse que está embutido nas entrelinhas. Aqui se visa repetir os erros de um socialismo fracassado, serôdio e requentado, o pior que já vimos no planeta. Minha experiência de vida cidadã e minhas convicções cristãs exigem que eu seja sincero e aponte o enorme terremoto destruidor que está se aproximando. “Que haja paz em teus muros, ó Jerusalém” (Sl 122, 6).
  
Dom Aloísio Roque Oppermann scj
domroqueopp@terra.com.br

Fonte: Canção Nova

domingo, 24 de janeiro de 2010

Ives Gandra Martins critica o PNDH do Governo Lula

Abalizada crítica do renomado jurista brasileiro Ives Gandra Martins aos arroubos totalitários do Governo Lula no seu Programa Nacional de Direitos Humanos. 


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Magistério da Igreja – Papa condena outra vez a Teologia da Libertação




Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação.

O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.

Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”.  As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.

O pontífice admite que  a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho.

“Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.

Clique aqui para ler todo o texto do discurso.
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Fonte: Site "Christo Nihil Praeponere" do Padre Paulo Ricardo.