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sexta-feira, 15 de março de 2013

Comissão Mista dos Portos e os argentinos.

Estava vendo uma reunião gravada da Comissão Mista que analisa MP dos Portos, pela TV Senado. A reunião aconteceu no mesmo dia em que surgiu para o mundo o novo Papa: dia 13/03/2013. O presidente da Comissão é o tal do  deputado José Guimarães do PT cearense. Aquele do episódio da grana na cueca. Um assessor dele foi preso no aeroporto de Congonhas com 100 mil na cueca mais uns 200 mil na maleta. 

O que surpreendeu é que em meio a uma troca de delicadezas entre o Paulinho da Força (SP) e a deputada Kátia Abreu (TO), o fodão petista aproveitou que alguém lhe cochichou no ouvido sobre a escolha do novo Papa, para tentar acalmar os ânimos desviando a conversa.

Fez comentários em tom de deboche. Disse ainda que "por essa  ninguém esperava. nem os trabalhadores e nem os deputados". E o que isso importa a ele, aos deputados ou aos trabalhadores? A eleição de um Papa diz respeito a nós católicos. Pouco importa a opinião deste deputadinho que teve o nome envolvido em episódio esdrúxulo. 

E qual o problema de ser um Papa argentino? Não só o "digno" presidente, mas podemos ouvir no vídeo, que outros deputados e senadores também fizeram piadinhas. Devem achar-se, os parlamentares, acima dos demais. Devem sentir-se superiores aos argentinos, por serem agentes políticos federais. Não troco um digno varredor de ruas argentino por qualquer deputado ou senador que estava naquela audiência pública. Não existe o mínimo de moral nestes parlamentares para tirarem sarro do povo argentino.

Ao invés de zombarem dos argentinos, deviam fazer um exame de consciência. Quem sabe assim cairiam na real, e, nem que por um momento, poderiam vislumbrar sua pequenez? Rir dos outros é sinal de pobreza espiritual, já dizia o poeta.

Abaixo o vídeo. Veja a partir de 1m47s o início do ludíbrio parlamentar:



Giovani Rodrigues

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

PNDH: a definitiva implantação do totalitarismo petista

Artigo que não deixa dúvidas sobre a incompatibilidade de um católico com o marxismo petista. Dr. Rafael, delegado de polícia, membro do apostolado Veritatis Splendor e do Regnum Christi, faz uma análise do PNDH e seu totalitarismo.
Artigo originalmente publicado no VS Blog.
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by Rafael Vitola Brodbeck

O título deste artigo traduz bem as intenções do Plano Nacional de Direitos Humanos, assinado por decreto do Presidente Lula. De fato, a simples análise de suas principais linhas nos mostra a que estado de coisas o Brasil chegou na implementação da estratégia socialista. Gramsci pode comemorar feliz no inferno: a paciência do PT, fingindo-se de manso, logrou o êxito de agora estarmos a poucos passos do sonho vermelho na Terra de Santa Cruz.

Não que não tivéssemos alertado antes. Percival Puggina, Olavo de Carvalho, Pe. Paulo Ricardo, Reinaldo Azevedo, e outros tantos, não se cansam de mostrar a verdadeira face do PT: seu compromisso com o Foro de São Paulo, organização que tenta recuperar na América Latina o que perdeu o socialismo no Leste Europeu; o apoio a terroristas e guerrilheiros comunistas de todos os matizes; o namoro promíscuo com Morales, Chávez, Corrêa, Khadafi e Fidel; o discurso estatizante; o populismo dos programas sociais; o amordaçamento da imprensa; o financiamento do MST.

Agora, com o PNDH a coisa tomou rumos verdadeiramente assustadores. Resta inequívoca a intenção de uma guinada à extrema esquerda, como veremos pelo breve comentário de alguns pontos.

1. O laicismo – distinto do princípio da laicidade albergado pela Constituição – é declarado “religião de Estado”, na prática. Com efeito, o PNDH manda que se tenha um programa com vistas a eliminar os símbolos religiosos dos prédios e repartições públicas da União, em claro desrespeito à religião da maioria esmagadora do povo, e em flagrante ignorância de nossa cultura e história.

2. Revisão da anistia, e, pior, só para um lado. Os fautores do PNDH, em cristalina atitude revanchista, querem prisão para os supostos torturadores do regime militar, jogando no lixo o conceito de segurança jurídica e os mais comezinhos princípios do Estado de Direito, como prescrição, ato jurídico perfeito etc. Se a tortura é imprescritível, o terrorismo, tal qual praticado pelos que hoje estão em postos de liderança no governo Lula, inclusive a pré-candidata Dilma Roussef, também o é. Remexer em feridas já curadas é andar na contramão da anistia, que pretendeu a pacificação social. Ao se revogar a anistia, também devemos voltar ao status quo ante, com o envio imediato dos militantes de esquerda para o exílio? A própria denominação da comissão destinada a tais investigações é de caráter absolutamente totalitário: “Comissão da Verdade”. Linguagem bem ao gosto do regime do Grande Irmão, do clássico 1984 de George Orwell.

3. Promoção do aborto como se direito reprodutivo fosse. E agora, “católicos” apoiadores do PT?

4. Audiências públicas antes de o juiz conceder liminar de reintegração de posse, quando as fazendas são invadidas por bandidos do MST. Isso é um claro desrespeito à ordem jurídica, à paz social, ao direito de propriedade, e uma ideologização do processo judicial, que deveria revestir-se de caráter técnico.
Some-se a isso toda a trajetória do PT, a tentativa de calar a imprensa livre, a ânsia por instrumentalizar a polícia e os órgãos de Estado, os “amigos” de Lula no exterior, o estatuto do partido, e os responsáveis pela redação do PNDH (entre os quais Tarso Genro e o ex-guerrilheiro Franklin Martins), temos a visão de conjunto desse cenário assustador.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Gentios no Planalto



D. Aloísio Roque Opperman, arcebispo de Uberaba e ex-bispo da Campanha, por quem tenho um carinho especial (ainda vou escrever sobre o motivo), também manifestou seu repúdio ao ditatorial PNDH-3 do Governo petista:
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Seria sumamente estranho encontrar o amador ocupando o lugar do profissional. Causaria espécie ver o enfermeiro realizar operações, deixando o médico de lado, medindo a pressão do paciente. Da mesma forma, seria meter as mãos pelos pés achar normal o sacristão celebrar Missa e o padre bater campainha. Assim como entraria na anormalidade permitir que um curioso tenha preferência ao farmacêutico para manipular remédios de alta especialização e risco. Pois é essa a impressão que me dá a redação do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). A ousadia dos idealizadores é de quem está seguro da vitória para transformar o Decreto em Lei.

Embora haja anêmicos protestos dos atingidos pelos equívocos... Fizeram uso do chefe, que está surfando triunfal, em cima da popularidade, e gozando de uma sorte inaudita, quase mágica. Por intuição ele sabe de que trata essa polêmica. Manipulam suas forças para fazer cair, inermes, as atabalhoadas resistências. Recuos – se houver – só na aparência. No grupo se encontram vários próceres inconvenientes, que a Revolução, com aplausos gerais, tirou de cena. Agora são os teóricos da nação.

Certamente não foi acaso o fato de o decreto ter sido assinado em vésperas de Natal, quando todos estão pensando em festas, presentes, alegria das crianças, em férias. Também não foi estupidez das raposas políticas começar tudo por um Decreto, em vez de chamar à discussão o Congresso Nacional. Ficou evidente que essa nação, nele descrita, não quer ficar atrás da Venezuela, de Cuba, da Espanha, em “modernização” de suas estruturas. A confusão foi perfeita ao apresentar como “direitos humanos” (a favor dos quais todos somos), ideias aceitáveis, misturadas com outras muito estranhas.

A apresentação eleitoral, com imenso poder de marketing, de que a forma de governar do grupo seria mansa e tradicional, até conservadora, manifesta-se ilusória. Se queremos, eventualmente, um socialismo moderno, não o queremos revanchista, ateu, totalitário como esse que está embutido nas entrelinhas. Aqui se visa repetir os erros de um socialismo fracassado, serôdio e requentado, o pior que já vimos no planeta. Minha experiência de vida cidadã e minhas convicções cristãs exigem que eu seja sincero e aponte o enorme terremoto destruidor que está se aproximando. “Que haja paz em teus muros, ó Jerusalém” (Sl 122, 6).
  
Dom Aloísio Roque Oppermann scj
domroqueopp@terra.com.br

Fonte: Canção Nova

domingo, 24 de janeiro de 2010

Ives Gandra Martins critica o PNDH do Governo Lula

Abalizada crítica do renomado jurista brasileiro Ives Gandra Martins aos arroubos totalitários do Governo Lula no seu Programa Nacional de Direitos Humanos. 


Peixe, ainda existe isso. Lula dá (mal) exemplo



No blog En Garde foi publicado este texto pelo Sr. Taiguara Fernandes de Souza, que aqui reproduzo.  A esquerda sempre vociferou contra as apadrinhagens e peixadas da Ditadura e não é que nosso socialista presidente faz o mesmo? E o pior é que beneficia um profissional incopetente, pois levou pau em dois concursos públicos estaduais, como podemos ver na matéria. Recomendo também a leitura do artigo publicado no Veritatis Splendor assinado pelo Dr. Rafael V. Brodbeck (linkado aqui e abaixo) para uma maior compreensão desta imoralidade lulista.
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Toffoli, o antigo (será?) advogado do Presidente Lula, foi indicado por ele para Ministro do STF. Apesar de não ter nenhuma publicação, nenhum livro, nem mesmo um mestrado e ter sido reprovado duas vezes em concursos para juíz estadual - e, vale lembrar, a Constituição exige "notório conhecimento jurídico" para o cargo de ministro do STF - Toffoli foi empossado como ministro do Tribunal Excelso no dia 23 de outubro. Afinal, parece que o que vale não é a Constituição, mas sim ser amigo do Presidente Lula e advogado do PT, inclusive em casos escandalosos como o Mensalão; o que vale são os pais do Toffoli darem beijinhos no Lula [foto], os mesmos beijinhos de Judas que o Lula dá no Brasil. O Delegado Dr. Rafael Vitola Brodbeck e a Procuradora Regional da República Janice Ascari já discorreram largamente sobre os motivos de Toffoli NÃO poder ser Ministro, o que agora não adianta mais, nessa orgia vagabunda que se tornaram os Três Poderes do Brasil...

Mas, é interessante que vocês confiram o currículo do "menino do Lula". Esse currículo mostra como Toffoli realmente merece (sic!) ao cargo de ministro do STF, apesar de suas ligações... "íntimas" com o PT.
Sabem o que há no currículo de Toffoli até agora, dia 24 de janeiro, três meses depois de sua posse?
NADA!
N-A-D-A... NADA!
Absolutamente NADA!
Se duvidam, vejam no próprio site do STF.
Eu imprimi a página, antes que tirem do ar. Segue abaixo. Confiram a data no pé da imagem.
É esse o tipo de ministro que o Sr. Lula coloca no Tribunal Supremo deste país, para advogar em prol de suas sandices totalitárias!
Em que país estamos, meu Deus...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Carta de Pe. Lodi a Dom Fernando Figueiredo.

‹‹ Prezado Dom Fernando. Estou em Roma, hospedado em um convento de frades franciscanos, enquanto estudo “Licenza” em Bioética. Já me havia chocado o fato de a TV Canção Nova ter chamado Sra. Dilma Rousseff para fazer a leitura em certa celebração litúrgica. Agora a imprensa noticia que o mesmo foi feito na Diocese de Santo Amaro, em uma Santa Missa celebrada pelo Padre Marcelo Rossi (ver 1 e 2). Nem sempre podemos acreditar em tudo o que a imprensa diz, mas a notícia (verdadeira ou falsa) de que uma defensora do aborto e do homossexualismo foi convidada para ler a Sagrada Escritura durante a Santa Missa precisa ser esclarecida. De outro modo, alguns cristãos (que conhecem a pré-candidata) ficarão escandalizados. Outros (que não a conhecem) pensarão que é razoável votar nela nas próximas eleições presidenciais. Sra. Dilma representa para nós o perigo de que a opressão petista venha a se perpetuar, com toda a desagregação moral  que o governo Lula tem promovido : aborto, “casamento” homossexual, adoção de crianças por homossexuais, perseguição religiosa sob o nome de combate à “homofobia”, distribuição de cartilhas de pornografia para as crianças nas escolas públicas, críticas ferozes à Igreja por defender a vida e a castidade etc. A perseguição que agora sofre Dom José Cardoso Sobrinho é uma pequena amostra do que nos espera se o Partido dos Trabalhadores conseguir eleger sua pré-candidata. Deus se compadeça de nós. Esse pesadelo precisa acabar. Subscrevo-me pedindo-lhe a bênção. Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis ›